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Sinpropar evita greve e garante estabilidade à professores em Ponta Grossa

O Sindicato dos Professores no Estado do Paraná (Sinpropar) intermediou negociação coletiva entre professores e uma faculdade particular em Ponta Grossa, que estava sem pagar os salários desde novembro do ano passado. As negociações entre a diretoria do sindicato e a direção da instituição de ensino superior estava ocorrendo há 15 dias e teve um desfecho positivo, na última quinta-feira (06).
De acordo com o presidente do Sinpropar, Lineu Ferreira Ribas, além dos salários atrasados, férias e 13º também não foram pagos “Fomos contatados pelos professores, que nos informaram a situação. Então tomamos as medidas jurídicas cabíveis que garantissem os direitos dos professores. Em seguida, agendamos uma reunião com a direção da instituição para tratar do assunto”, explicou.
A diretoria do sindicato, com sede em Curitiba, se deslocou inúmeras vezes até Ponta Grossa para participar das reuniões e assembleias com os representantes da faculdade e com os professores. Foram algumas tentativas de negociações, até chegarem num consenso. “Foi alcançada uma solução pacífica, que evitou a greve e ainda manteve os empregos”, destacou o presidente.
O acordo firmado consiste no pagamento dos salários atrasados em sete parcelas e, nesse período, os professores terão estabilidade profissional. Além disso, a Instituição vai ter que pagar a multa legal por atraso desses pagamentos em parcela única. A faculdade também se comprometeu em pagar os próximos salários pontualmente. Para finalizar, foi estipulada uma cláusula penal de 30%, caso a instituição de ensino descumpra o que foi acordado.
A presidência do Sinpropar ficou satisfeita com o resultado. “A proposta final atende o que os próprios professores manifestaram como de seu interesse em assembleia, por meio de voto secreto. A negociação coletiva é uma das funções do Sinpropar. O sindicato é um órgão de defesa da classe e representa os professores no Paraná há 77 anos, tendo essa incumbência constitucional, evitando, inclusive, que o professor se exponha individualmente”, enfatizou.
“Desejamos que os empregos dos professores seja mantido e que a instituição de ensino consiga se manter no mercado. Essa negociação coletiva irá contribuir para isso!” complementou Ribas.

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